Tendencias en los trabajos presentados en los Encuentros Nacionales de Educación Matemática Inclusiva - ENEMI
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18854258Palabras clave:
Tendencias. Enseñanza. Inclusión. Matemáticas. ENEMI.Resumen
En este artículo presentamos los resultados de una investigación cuyo objetivo fue analizar las tendencias en la Enseñanza Inclusiva de las Matemáticas a partir de los trabajos presentados en el Encuentro Nacional de Educación Matemática Inclusiva (ENEMI). Realizamos una revisión sistemática de la literatura (RSL) de los 362 trabajos presentados en el I ENEMI (2019), II ENEMI (2020) y III ENEMI (2023), en las modalidades de comunicaciones científicas y relatos de experiencias. Para el análisis de los datos utilizamos el Análisis de Contenido, conforme a Bardin (1977), Rodrigues (2019) y Rodrigues y Brito (2025), lo cual nos permitió categorizar las producciones académicas relacionadas con la Educación Matemática Inclusiva en Brasil. Los trabajos fueron organizados en 25 Unidades de Registro, que se agruparon en cinco Categorías de Análisis: (1) Inclusión y Diversidad en el Contexto Educativo, (2) Condiciones Sensoriales y Funcionales, (3) Trastornos del Neurodesarrollo, (4) Desafíos Emocionales, Conductuales y Contextos de Riesgo, y (5) Identidad y Cuestiones Sociales. La RSL destacó la relevancia del ENEMI en la promoción de investigaciones sobre inclusión en la Educación Matemática, cuyas tendencias resaltan temas como la sordera, la discapacidad visual y la inclusión en la enseñanza. No obstante, se identificó la necesidad de ampliar las discusiones sobre temas de baja recurrencia en los estudios analizados, señalando lagunas que demandan mayor atención en el campo de la investigación inclusiva.
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