Ets Humanitas - Revista de Ciências Humanas
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<p>A <strong>ETS HUMANITAS - Revista de Ciências Humanas (EHUMANITAS - e-ISSN 2965-4378)</strong> é uma revisva de publicação digital e oficial da Educare et Sabere. Avaliada no Qualis-Capes (Quadriênio 2021-2024) como <span style="text-decoration: underline;"><strong>B3</strong></span>. Disponível em acesso aberto, circula nos meios acadêmicos e científicos, com público nacional e internacional, nos idiomas português, espanhol e inglês. O periódico tem números semestrais e adota o fluxo contínuo de submissões e publicações de artigos originais e inéditos, aceitando também textos como ensaios e relatos de pesquisa ou de experiência, que abordem temas das ciências humanas, entre os quais se destacam a história, geografia, filosofia, sociologia, entre outras possibilidades e enfoques teóricos-metodológicos. A <strong>ETS HUMANITAS - Revista de Ciências Humanas (EHUMANITAS)</strong> tem como objetivos: ampliar a circulação do conhecimento, numa perspectiva plural e multicultural em termos teóricos e metodológicos. <strong>TAXA DE PROCESSAMENTO</strong> - pagamento somente após a aprovação do texto: de <em>R$ 297,40 </em>por <strong>R$ 148,70</strong> (valor promocional por pouco tempo)</p>Educare et Saberept-BREts Humanitas - Revista de Ciências Humanas2965-4378A ascensão política da Ultradireita na América do Sul
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<p>O presente trabalho tem como objetivo compreender a ascensão de líderes ultradireitistas na América do Sul a partir da conjuntura política, econômica e social que levaram a eleição de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil em 2018 e Javier Milei como da Argentina em 2023. Metodologicamente optou-se pela realização de importante revisão bibliográfica sobre a temática. A partir dos autores estudados é possível verificar que a eleição destes líderes ocorreu a partir de fatores comuns aos dois países. Em ambos os casos, a insatisfação popular, a crise de representatividade e a retórica antissistema foram fundamentais. A falta de confiança nas elites políticas tradicionais e a percepção de que os sistemas democráticos não estavam atendendo às necessidades da população contribuíram para o apoio a ambos presidenciáveis, que se apresentaram como alternativas “fora do sistema”. Ante a essa realidade conjuntural, tanto Bolsonaro quanto Milei utilizaram as redes sociais de maneira estratégica para expandir suas bases de apoio, aproveitando a popularidade dessas plataformas para se comunicar diretamente com a população e contornar a mídia tradicional. Em termos de conteúdo, as propostas de ambos líderes refletiram as características típicas da ultradireita. Bolsonaro se destacou por suas posições conservadoras em relação aos valores morais e a segurança pública, enquanto Milei adotou uma postura mais voltada para a economia ultraliberal. Assim, conclui-se que o sucesso de líderes ultradireitistas na América do Sul reflete um contexto de insatisfação generalizada com a política tradicional, onde o uso das redes sociais e o discurso antissistema foram elementos-chave para a consolidação de suas bases eleitorais.</p>Cáio César Nogueira MartinsEdson Lugatti Silva Bissiati
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2025-12-302025-12-3035012610.5281/zenodo.18091108Modo de vida ribeirinho: territorialidade nas comunidades tradicionais na região insular da ilha de João Pilatos em Ananindeua/PA.
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<p>O presente artigo aborda o modo de vida da população ribeirinha e a territorialidade dos residentes da região insular de Ananindeua, com foco na ilha de João Pilatos, localizada ao entorno do Furo Maguari e ao redor das outras ilhas do município, o seu modo de produção e os anseios vividos pelas famílias da ilha. Assim se buscou um contato direto com a comunidade, observando-se as interações cotidianas, ou seja, o modo de vida desta população. Utilizou-se o levantamento bibliográfico em revistas, documentos disponíveis na internet, artigos relacionados à pesquisa, documentos da prefeitura, dados, e visitas “<em>in loco</em>” para observação da área estudada, a pesquisa qualitativa e a observação participante. Portanto é necessário compreender que a Amazônia não se limita apenas às suas fontes de recursos naturais, deve-se levar em conta a identidade amazônica como uma especificidade territorial dos seus povos, acrescenta-se que as populações ribeirinhas têm o conhecimento do espaço geográfico, noção de sua cultura e territorialidade, práticas cotidianas que favorecem a preservação das florestas na região amazônica, as quais se traduzem, portanto na identidade dos moradores e senso de pertencimento em relação ao território, assim como são fonte de uma gama de conhecimentos empíricos; como os saberes tradicionais e crenças que foram repassados pelos seus ancestrais. Ademais se faz necessário entender que a partir do empirismo e do concebido a consciência de pertencimento socioespacial, as identidades territoriais se constituem.</p>Erneida Coelho de AraujoEva Maria Tavares da Silva
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2025-12-302025-12-3035275310.5281/zenodo.18091172